EUA anunciam ataque militar à Venezuela e capturam Nicolás Maduro, diz Trump

Araripina Blog Mundo
i7 agência
i7 agência

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (3) que forças militares americanas realizaram um ataque em larga escala à Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, e na retirada deles do território venezuelano, segundo comunicado publicado pelo presidente norte-americano em sua rede social.

A ação, que incluiu ataques aéreos e movimentação de tropas especiais, teria atingido a capital Caracas e áreas nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, de acordo com relatos internacionais. As explosões e operações militares ocorreram na madrugada, gerando choque e reação imediata por parte do governo venezuelano.

Anúncio e justificativa de Trump

Na publicação, Trump afirmou que o ataque foi realizado com sucesso e que as forças americanas, em conjunto com unidades especiais e a polícia dos EUA, capturaram Maduro e sua esposa, que teriam sido levados para fora da Venezuela. O presidente norte-americano anunciou ainda que oferecerá mais detalhes em uma coletiva de imprensa agendada para este sábado.

Segundo relatos da imprensa internacional, a operação teria sido coordenada por unidades de elite como a Delta Force, que esteve envolvida em missões especiais anteriores dos Estados Unidos.

Reações da Venezuela e contexto político

O governo venezuelano repudiou a ofensiva, chamando os ataques de “agressão militar” e declarando situação de emergência nacional. Autoridades venezuelanas exigiram provas de vida de Maduro, enquanto mobilizavam tropas e convocavam apoio interno diante do que classificaram como uma tentativa de interferência externa.

A ação marca uma significativa escalada na relação entre os Estados Unidos e a Venezuela, que já enfrentavam tensões em 2025 no âmbito de acusações de narcotráfico e disputas diplomáticas. Maduro, líder do país desde 2013, haviam sido acusado por Washington de envolvimento com atividades de tráfico e outras práticas que o governo americano classifica como criminosas, algo negado repetidamente pelo presidente venezuelano e seus aliados.

Implicações internacionais

Reações se espalharam internacionalmente. Enquanto aliados dos Estados Unidos saudaram a captura, governos de países como Rússia e Cuba condenaram a ação, classificando-a como uma violação da soberania venezuelana. Organizações internacionais e líderes de diversas nações acompanharam a evolução dos fatos, pedindo respeito ao direito internacional e à ordem democrática regional.

O episódio representa um dos momentos mais dramáticos nas relações entre Washington e Caracas nas últimas décadas, com potenciais repercussões políticas e geopolíticas na América Latina.